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O dia em que passei o réveillon num quarto de hotel

01 de Janeiro de 2012

Não sei se vocês lembram mas em 2011 eu fiz algo difícil até de acreditar: Corri a São Silvestre! O único problema é que por algum motivo maluco, a prova é realizada todos os anos no último dia de dezembro. Então como se já não fosse cansativo o suficiente encarar os 15km de subidas e descidas da corrida, você ainda tem que guardar um pingo de energia para uma noite épica regada a álcool e quitutes. =D

Pois então, toda a galera que participou do Desafio promovido pela finada Academia Perfformance teve a sábia decisão de ao invés de descer a Rua Augusta e irmos exaustos até a Av. Paulista ver atrações como Restart e uma dupla sertaneja aí que eu nem me lembro mais, o melhor seria usar um dos quartos do hotel que estávamos hospedados e comemorar não só a chegada do ano novo como também o excelente desempenho de todo o grupo.

Com isso em mente, antes da corrida compramos um estoque de bebidas e comida capaz de saciar um exército inteiro (eu só consigo imaginar a cara incrédula do senhor da recepção observando kegs e mais kegs de cerveja subirem o elevador do hotel). Depois de organizamos tudo e corrermos com sucesso a São Silvestre, aconteceu o que tínhamos previsto. Como se já não bastasse o cansaço e a chuva, foi quase uma missão impossível conseguir um táxi livre para nos levar do parque do Ibirapuera até o nosso hotel. Ainda bem que Brisa e Aninha nos esperaram na linha de chegada com um isopor recheado de cerveja, o que amenizou a espera por um táxi num posto de gasolina, o único lugar perto em que podíamos nos abrigar da chuva.

O gif animado da sequência de fotos do réveillonBrisa e PamonhaGalera confraternizando depois da virada do anoKarol Nogueira, Capetão Cerejinha e Isabelle

Nessa história, finalmente chegamos no hotel lá para umas 10 horas da noite, o que provou a eficiência do plano do réveillon. Depois de um bom banho para tirar o suor e a lama da corrida, outra missão: Achar onde jantar. Por sorte tinha um fast-food chinês bem na frente do hotel que, por incrível que pareça, não fecha nem no final de ano (acho que isso reflete de uma maneira bizarra o porque do PIB do país deles crescer 8% todos os anos). =P

Meio bebinho das cervejas da linha de chegada e de buxo cheio do chinês, chegou a hora de invadir o quarto e fazer a maior festa! Entre uma cerveja e outra, ainda arrumei tempo para pegar minha câmera ensopada (essa foi a última vez que o visor dela funcionou) e dar uma geral pelo ambiente. O vídeo não é lá dos melhores, mas é uma boa maneira de reativar todas as boas lembranças desse dia que ficará na memória de boa parte dessa galera. =)

Mas ei, estamos falando de um quarto de hotel aqui. Então eu acredito que embora tenha apenas 11 segundos, esse outro vídeo seja o que melhor simbolize o que foi o nosso réveillon: Pamoinha e Brisa pulando feito umas loucas na cama ao som de Move Like Jagger do Maroon 5.

Não chegamos a destruir o quarto do hotel ao melhor estilo estrelas de rock do popomundo, mas chegamos perto. Além de fazer a cama de pula-pula eu lembro vagamente de um chinelo que por pouco não derrubou uma penca de garrafas de vidro de cima de uma mesa, da perigosa manobra de Pamoinha para abrir uma garrafa de champagne e dos boatos que Alexandre Danosse e Emerson Cerejinha acabaram a noite indo ao Las Jegas (um dos muitos strip clubs da Rua Augusta e de nome bem sugestivo que ficava ao lado do nosso hotel).

It’s not easy for Nacho…
– Companheira do Nacho

E foi assim com essa farrinha boa, que passei um réveillon bastante agradável num quarto de hotel e que fechou com chave de ouro o desafio que mudou a minha vida. Não vejo a hora de reunir toda essa galerinha para por o papo em dia e relembrar dessa aventura. Até lá, nada melhor do que se sentir todo nostálgico vendo essas fotos e vídeos. =)